De forma simples, sequencial e lógica, aprenda o Português e tenha resultados excepcionais no Enem, nos vestibulares e em sua vida profissional.

FINALMENTE VOCÊ TERÁ ACESSO A UMA METODOLOGIA CAPAZ de dar um basta à decoreba do Português!


Durante suas quase cinco décadas de sala de aula, o professor Ironi Andrade criou e aprovou, com absoluto sucesso, seu Método do Português Lógico. Foram milhares os alunos e os professores de Português que lhe deram o definitivo aval.

Por meio desse método torna-se possível desenvolver o raciocínio lógico no aprendizado do idioma, evitando, assim, as decorebas desnecessárias.
Nesta aula, expõe-se, por meio de uma Escada imaginária, a distribuição sequencialmente lógica de todo o conteúdo gramatical que embasa a Língua Portuguesa. É indiscutivelmente certo que não existe outra forma de se dominar o idioma, entendendo-o reflexivamente, que não seja sua distribuição sequencial, lógica, clara, simples, fácil. Afinal, tudo quanto for feito, sem essa sequencialidade lógica, servirá apenas à “decoreba” da matéria; jamais à sua compreensão. Assim sendo, assista várias vezes a este vídeo e fixe a sequencialidade dos assuntos: os fonemas são representados pelas letras; as letras formam as sílabas; as sílabas formam os vocábulos; os vocábulos formam as frases; as frases, verbalizadas, formam as orações; as orações formam os períodos; os períodos formam os parágrafos; e os parágrafos, já no topo da Escada do Português Lógico, formam o texto.

Nesta aula – estudando e compreendendo os fonemas –, você colocará as bases para a subida dos oito degraus subsequentes de nossa encantadora Escada do Português Lógico. Numa perfeita relação plantar-colher, e provando a sequencialidade do idioma, 100% do que será apresentado, visto e treinado aqui terá de ser aplicado na compreensão de todos os conteúdos que se seguirão. O segundo degrau, por exemplo, exigirá, para entendimento da combinação das letras, domínio perfeito das três situações que serão estudadas em fonemas: mesmo número de letras e de sons; maior número de sons do que de letras; e menor número de sons do que de letras. Logo, muita atenção, muito estudo e, indo à apostila, muitos exercícios.

Vista a Escada do Português Lógico e estudados os Fonemas, pisaremos, aqui, o segundo degrau e, aplicando todo o conteúdo do primeiro, estudaremos, nele, as Letras. Ao plantio (estudo dos fonemas), seguir-se-á, pois, a colheita (compreensão dos fenômenos decorrentes da combinação dos 26 sinais gráficos que compõem nosso alfabeto). Esses fenômenos, por sua vez, terão sua origem no degrau precedente, pois ditongos (orais e nasais, crescentes e decrescentes) tritongos (orais e nasais) hiatos, encontros consonantais e dígrafos (consonantais e vocálicos) mais não são do que o resultado dos sons vistos no estudo dos fonemas. A partir daqui, ainda, como já era de se esperar, haja vista a natureza sequencial do idioma, será lançada uma nova base para o estudo e a compreensão do porvir. Atenção (no vídeo) e exercícios (na apostila) garantirão o sucesso.

Vistos os conteúdos correspondentes a Fonemas e a Letras, venceremos, a partir daqui, o terceiro, de um total de nove degraus, sempre aplicando os anteriores! Chegou, afinal, a vez de as Sílabas abrirem passagem. Veremos agora que, quer em sua classificação quanto à posição da sílaba tônica (oxítonos, paroxítonos e proparoxítonos); e quanto ao número de sílabas (monossílabos, dissílabos, trissílabos e polissílabos), quer na partição silábica dos vocábulos, aplicaremos sempre os ditongos e os tritongos, não os separando, e os hiatos, separando-os sempre. Já os encontros consonantais e os dígrafos, ora serão separados, ora não. Todavia, o mais incrível mesmo será constatar que há somente uma regra de separação silábica: a correta pronunciação. Sim, separar-se-ão os vocábulos exatamente como (corretamente!) eles são pronunciados.

Chegamos ao quarto degrau da Escada do Português Lógico! Aqui acaba uma das três partes que compõem o conteúdo de Língua Portuguesa, a Fonética. Sim, a primeira parte do estudo de nosso idioma, tratando de sons, é a Fonética. Mas, ainda que esse fato, por si só, já seja muito importante, ele se reveste de ainda maior significado se pensarmos que aplicaremos, na sua compreensão, os três degraus predecessores (Fonemas, Letras e Sílabas), em sua integralidade. Como sua explanação é relativamente extensa, dividiremos o assunto em dois vídeos. No primeiro deles, Acentuação Gráfica I, veremos as três primeiras regras, de um total de sete, que disciplinam a acentuação dos cerca de 400 mil vocábulos do idioma português brasileiro (no europeu, são apenas 40 mil): proparoxítonos, paroxítonos e oxítonos.

Depois de fixadas as regras relativas aos proparoxítonos, aos paroxítonos e aos oxítonos, é absolutamente indispensável tratar, com o mesmo esmero, a acentuação dos monossílabos tônicos, dos ditongos abertos, dos hiatos e dos acentos diferençais, as regras mais afetadas, aliás, pela última Reforma Ortográfica. Ver-se-á, então, e além de alterações significativas na acentuação dos ditongos abertos e dos hiatos, que regras, até há pouco vigentes, com o advento da Reforma desapareceram ou foram alvo de profundas restrições. São os casos dos hiatos eem, oo e oos, atualmente sem acento; do trema, hoje só presente em vocábulos estrangeiros e em seus derivados (Müller e mülleriano); e a maioria dos acentos diferençais: para (do verbo parar), coa e coas (do verbo coar), pelo, pelas e pela (do verbo pelar), pelo e pelos (cabelo, penugem), polo (jogo ou extremidade) e pera (fruta). Quer o vídeo, quer a apostila, tudo está recheado de novidades.

Este vídeo, o primeiro do módulo II de nosso Curso Completo do Português Lógico, propiciará que você revire as entranhas de num novo e maravilhoso campo de estudos acerca do idioma pátrio. No Módulo I, estudamos tudo o que dizia respeito a sons, isto é, em fonemas, letras, sílabas e vocábulos (parte atinente à acentuação gráfica), estudamos a parte sonora da Língua Portuguesa. Agora, no Módulo II, todo ele calcado na frase – quinto degrau de nossa maravilhosa Escada do Português Lógico –, veremos como os vocábulos se estruturam, se formam e se classificam. Isso mesmo: trataremos, a partir daqui, da estrutura, da formação e da classificação dos vocábulos, conteúdos que formam a morfologia, segunda parte do estudo gramatical. Neste primeiro vídeo do módulo – Tudo sobre a Morfologia –, abordaremos a estrutura das palavras, isto é, veremos quais elementos podem-se agrupar para se formarem palavras. Você perceberá, a partir daqui, que as palavras não surgem do nada, não caem prontas das nuvens, não são criação divina. Existem, na verdade, elementos – radical, afixos (prefixo e sufixo), vogal temática, vogais e consoantes de ligação, desinências (verbais e nominais) – que, adequadamente estruturados, nos abastecem dos vocábulos necessários à expressão de nossas ideias. Aliás, poucos sabem, nos dicionários – e assim também no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) – figuram tão somente os vocábulos reiteradamente utilizados pelos mais diversos níveis de pessoas, mas não todos os vocábulos do idioma pátrio, pois isso seria humanamente impossível. Com o prefixo super, só para exemplificar, nós já poderíamos montar um novo dicionário: superpai, supermãe, superamigo, super-relógio, super-homem, supersensível, e por aí afora. Afinal, desde que de forma tecnicamente correta, podemos combinar elementos estruturadores de palavras para formarmos todos os vocábulos necessários a fim de que nenhum de nossos sentimentos fique sem uma representação vocabular. Interessante, não? Pois bem, a partir daqui, foco total na estrutura dos vocábulos, que isso nos garantirá, depois, uma passagem tranquila pelo conteúdo do segundo, do terceiro, de todos os vídeos do campo morfológico da Língua Portuguesa. Bom proveito, pois!
Neste vídeo, em que falaremos sobre a formação dos vocábulos, você também se surpreenderá com o que meus milhares e milhares de alunos sempre chamaram de engenharia gramatical. Sim, você verá que, como palavras não caem das nuvens, tampouco são criação divina, elas vão-se formando a partir de um trabalho arquitetônico fantástico, que passa a ser automaticamente articulado por nossa incrível atividade cerebral. Já faz algum tempo, e por isso talvez você não se lembre ou sequer tenha tido conhecimento do episódio, um ex-ministro, inquirido sobre a possibilidade de haver confisco dos depósitos em cadernetas de poupança, deu esta resposta: “A poupança é imexível”. Como era um trabalhador humilde, que havia cursado apenas o ensino médio, e estava ministro, despertava muita inveja. Logo, logo, sua declaração tornou-se motivo para chacota nacional. O que ocorreu, pouco esclarecidas, as pessoas foram ao dicionário a fim de ver se tal vocábulo “existia” e, por natural, ele não constava no popular “amansa-burros”. Bem, isso bastou para os brasileiros, pouco letrados, darem início à gozação, e a chacota tomar conta do país, de sul a norte, de leste a oeste. E daí, qual a moral da história? Pois o ex-ministro procedeu exatamente como deveriam proceder tantos quantos não encontram um vocábulo já pronto para exteriorizarem suas ideias: criou-o! No caso específico, ele lançou, sabiamente, mão do radical mex (de mexer), do prefixo im (negação), da vogal de ligação i e completou sua perfeita obra arquitetônica com o sufixo vel. E daí resultou o vocábulo de formação irretocável imexível, de que ele precisava para exteriorizar seu pensamento. Pois bem, com o exemplo acima deve ter ficado bem claro a que se destina esta aula sobre formação de palavras: estudar os processos que envolvem a criação de vocábulos novos (necessários!) a partir da reunião dos elementos estruturais das palavras, estudados na aula anterior. E será assim que, no plantar-colher, seguiremos, em passos firmes, e degrau a degrau, a subida, até o topo, de nossa Escada do Português Lógico. Lembre-se: nada se ensina, acaso o ensinamento não tenha uma aplicação útil. Então, assista ao vídeo, estude pela apostila e prepare-se cada vez melhor para aquilo que está por vir, que será nosso porvir!
Na aula de hoje, iniciaremos a abordagem do terceiro assunto da morfologia, essa que é a segunda parte da gramática da Língua Portuguesa. Nela, daremos sequência – já que o Português, como já se pôde ver, é sequencial e lógico – à série estrutura, formação e classificação das palavras. Sim, estudada a estrutura – elementos formadores dos vocábulos – e a formação – processos de articulação daqueles elementos para a montagem dos vocábulos –, é chegado o solene momento de, a um só tempo, desbravarmos os mistérios que envolvem a identificação das classes gramaticais e, com isso, entendermos o assunto mais importante do estudo de todo o idioma. Em minhas mais de quatro décadas e meia de estudos e de ensino da Língua Portuguesa, aprendi, ensinando, muitas coisas, descobri outras tantas e, creio, tudo isso me propiciou chegar a uma incontestável verdade: na equivocada compreensão das classes gramaticais reside a grande dificuldade do ensino e da aprendizagem do Português. E minha convicção permite garantir mais: enquanto não for zerado tudo e dado novo início a essa parte tão importante do conteúdo, ninguém terá segurança e, por consequência, conseguirá dominar minimamente a Língua Portuguesa. Por que tanta convicção? Ora, a resposta chega a ser pueril: simplesmente porque o assunto é visto, e consequentemente ensinado, de forma totalmente equivocada e, o pior, porque dele depende a compreensão de mais de dois terços de todo o conteúdo relativo ao idioma pátrio. E o mais grave dessa aterradora catástrofe é que esse verdadeiro festival de erros, nesta fase dos estudos, põe a nocaute a compreensão de tudo o que ainda está por vir nos degraus que se sucederão em nossa Escada do Português Lógico: regência verbal, regência nominal, crase, análise sintática interna, concordância verbal, concordância nominal, vozes verbais, colocação pronominal, análise sintática externa e pontuação, conteúdos do Módulo III de nosso Curso Completo. Assista, pois, várias vezes a este vídeo, leia e releia a parte teórica e, depois, faça todos os exercícios da apostila que digam respeito ao substantivo, ao adjetivo e ao advérbio, que são os NOMES, em Língua Portuguesa. Agindo assim, você estará preparando-se bem para encarar a parte nominal do idioma: regência nominal, concordância nominal, predicado nominal, complemento nominal, adjunto adnominal, e assim por diante.
Vistos os elementos estruturadores dos vocábulos, verificados os processos formadores das palavras, na aula passada iniciamos o estudo das classes gramaticais. No vídeo de hoje, completaremos o estudo – a identificação – das demais classes. Já vimos, até agora, os nomes, isto é, o substantivo, o adjetivo e o advérbio, que virão à tona sempre que o vocábulo nominal aparecer diante de nossos olhos, fustigar nossas orelhas ou simplesmente povoar nossa imaginação. Prosseguindo, veremos, primeiramente, o verbo – responsável pelo conteúdo verbal do idioma: regência verbal, predicado verbal, concordância verbal, complementação verbal, e por aí afora. Depois, invadiremos o território do artigo, do numeral, do pronome, da preposição, da conjunção e da interjeição, classes complementares que determinam, modificam, são exigidas ou substituem verbos e nomes. Pois bem, talvez você nem imagine, mas, nas palavras acerca do estudo da classificação das palavras, todo o conteúdo que ainda nos resta – e é a maior parte dele – e que maior inquietação provoca entre professores e entre estudantes – a sintaxe – foi citado. Uma vez dominadas as classes gramaticais, será muito fácil, por exemplo, entender o que é adjunto adverbial (o advérbio ou a locução adverbial da morfologia), adjunto adnominal (os determinantes do substantivo, sempre, e o modificador dele, quando estiver junto), predicativo (o adjetivo quando não estiver junto do substantivo), e assim por diante. Assista, então, tantas vezes quantas lhe parecer necessárias ao vídeo, estude bastante pela apostila e não deixe de fazer nenhum exercício. Afinal, com isso, você não estará simplesmente estudando, mas, sim, investindo na compreensão naquilo que nunca lhe foi de fácil domínio.

Nesta aula, além do fechamento da primeira e da segunda partes da gramática – fonética e morfologia, respectivamente –, você entrará em contato com o maravilhoso mundo da sintaxe, terceira e última parte do conteúdo gramatical da Língua Portuguesa.

Ora, com a sintaxe, chega a hora da grande colheita. A partir desta aula, com ideias claras acerca da parte sonora do idioma, fonética, e da estruturação, da formação e da classificação dos vocábulos, morfologia, colheremos o que plantamos!

O conteúdo sintático inicia-se pela regência verbal, isto é, pelo estudo das exigências do verbo. Quase tão necessário quanto o domínio das classes gramaticais, o conhecimento regencial abre um leque para todos os demais assuntos do idioma pátrio. Logo, dominá-lo bem será fundamental.

Veremos, primeiramente, os tipos de verbo, considerando suas exigências, isto é, levando em conta a regência de cada um deles. Com isso, teremos contato com verbos intransitivos – aqueles que não exigem complemento –, com verbos transitivos – aqueles que exigem complemento – e com verbos de ligação – aqueles que, desprovidos de significação, exercem uma função na frase: ligar um predicativo ao sujeito da oração.

Depois disso, e especificando melhor, dividiremos os verbos transitivos em diretos – aqueles que, de significação incompleta, exigem complemento desprovido de preposição – os verbos transitivos indiretos – aqueles que, de significação incompleta, exigem complemento acompanhado de preposição – e os verbos transitivos diretos e indiretos – aqueles que, de significação incompleta, exigem dois complementos, um sem e outro com preposição.

Pois bem, com esta espetacularíssima aula, abriremos frente para a compreensão da crase, da análise sintática (interna e externa), da concordância verbal, das vozes verbais e da pontuação.

Assim sendo, assista a este vídeo várias vezes, invista muito esforço no estudo e na realização dos exercícios da apostila, que tudo valerá a pena. Aliás, e como bem disse Fernando Pessoa: “Tudo vela a pena se a alma não é pequena”!

Bom proveito!

O terceiro módulo do Curso Completo do Português Lógico trata da Sintaxe, a terceira parte da gramática de Língua Portuguesa. Nele, que se inicia no sexto degrau de nossa maravilhosa Escada do Português Lógico, já vimos a Regência Verbal, isto é, já esmiuçamos os verbos intransitivos, transitivos (diretos, indiretos, diretos e indiretos) e de ligação.

A partir de agora, na segunda aula da sintaxe, veremos a Regência Nominal, isto é, trataremos das exigências do nome.

Ora, na morfologia – segundo módulo de nosso Curso Completo do Português Lógico – vimos que nome, em Língua Portuguesa, são o substantivo, o adjetivo e o advérbio.

Pois bem, como os verbos, os nomes também ora exigem, ora não exigem complemento. E, também como os verbos, ora eles são transitivos, ora eles são intransitivos.

Quando os nomes forem transitivos, isto é, exigirem complemento, eles terão de vir acompanhados de complemento nominal (contrariamente aos verbos que, nesses casos, virão acompanhados de complementos verbais: objeto direto e objeto indireto). Já, quando os nomes forem intransitivos, isto é, não exigirem complemento, eles poderão vir acompanhados de modificadores que, logo aí à frente, receberão o nome de adjuntos (adnominais ou adverbiais).

Portanto, e como se pode ver, o estudo da Regência Nominal não é menos importante que o estudo da Regência Verbal. Incompreensivelmente, porém, os livros didáticos e as gramáticas tradicionais abordam muito superficialmente o tema e, com isso, criam problemas terríveis na compreensão de outros assuntos sintáticos.

Você, a partir de agora, e avisado que está, deverá debruçar-se sobre este conteúdo com o mesmo afã com que se dedicou a todos os outros já vistos. Vá à apostila, leia-a com muita atenção e faça todos os exercícios propostos.

Crase é o assunto desta aula e, provando, mais uma vez, que o Português é sequencial, lógico e reflexivo, seu estudo implica aplicação direta de classes gramaticais e regência, verbal e nominal. Pois bem, não foi sem motivo, então, que estudamos, e insistimos tanto, naqueles dois assuntos, um da morfologia (classes) e outro já da sintaxe (regência).

Veremos nesta aula, primeiramente, que não sabemos sequer falar corretamente o Português. Afinal, e contrariamente àquilo que costumamos ler, falar e escrever, nunca se usa a crase, pois crase é sinônimo de fusão. E fundir duas ou mais coisas significa praticar uma ação. Não se usam ações

Quando ocorre o uso de a + a, em vez de escrevê-los repetidamente, devemos fundi-los e, fundindo-os, teremos de comunicar esse fato aos leitores. Mas como comunicar esse fato aos leitores, todos hão de pensar. Ora, essa comunicação será feita de forma fácil, fácil: usando o acento grave (`). Falemos, pois, em praticar a crase e usar o acento grave, indicativo dessa prática.

Depois dessas ponderações, o vídeo, apoiado amplamente pela apostila, mostrará que é fácil dominar o assunto. Bastará, para tanto, que consideremos uma regra geral e três casos especiais.

Na regra geral, primeiramente, veremos que, quando um vocábulo reger (exigir) a preposição a (obedecer a / referir-se a / contrariamente a / favorável a...) e, depois dela, houver uma ideia feminina, concordando com ela (singular ou plural), deveremos praticar a fusão (crase) e marcar sua prática, usando o acento grave

Depois disso, entraremos no exame dos três casos que, embora também representem fusão, requerem um tratamento especial.

Num deles – casos em que figuram nomes de localidades (vilas, bairros, cidades, municípios, estados, países, continentes) –, trataremos de ver se, além da existência de preposição (absolutamente indispensável!), existe também um artigo. Nessas situações, praticaremos a crase; noutras, não. 

Já, em outros deles – casos que envolvem horas –, veremos que a interpretação do contexto será obrigatória. Afinal, somente quando ele der a entender que o relógio marcava (ou marcará) exatamente determinado horário é que poderemos usar o acento (grave!) indicativo da prática da crase.

Por fim, examinaremos situações em que aparecem locuções prepositivas (a + substantivo + de), adverbiais (modificadoras de verbos) e conjuntivas (a + medida ou proporção + que). Nelas, se o conteúdo for de natureza feminina, usaremos o acento grave; do contrário, não.

Enfim, neste vídeo e na apostila, será dado ao assunto crase um tratamento didático-pedagógico que ele nunca recebeu até hoje.

Bom proveito!

Como certamente já se pôde constatar, o conteúdo de Língua Portuguesa é tão sequencial quanto organizado e lógico. Nele, destacam-se, primeiramente, as três partes da gramática: fonética, morfologia e sintaxe.

Dentro de cada uma dessas partes, depois, há também uma sequência lógica. Na fonética, por exemplo, os fonemas nos levaram às letras; as letras nos conduziram às sílabas; e as sílabas nos arrastaram aos vocábulos. Evidentemente que, dentro de cada um desses degraus da encantadora Escada do Português Lógico , também existe uma sequencialidade que necessariamente precisa ser (e foi!) seguida. 

Já, na morfologia – segunda parte do conteúdo gramatical – os vocábulos, já acentuados corretamente, foram dissecados em sua estrutura, em sua formação e em sua classificação, igualmente num processo sequencial e lógico.

Por fim, a terceira parte – sintaxe – foi aberta por onde deveria ser, pela regência – verbal e nominal. Com esse conteúdo sob domínio, foi possível vencer a etapa subsequente, a crase. Agora, num andar sereno como um lago, mas constante como o sol no firmamento, veremos a análise sintática interna, isto é, retomando as classes gramaticais e aplicando a regência, estudaremos cada uma das funções sintáticas: sujeito, predicado, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva, adjunto adverbial, adjunto adnominal, aposto, vocativo e predicativo.

Nesta aula, segmentando o assunto a fim de torna-lo didaticamente mais simples, claro e fácil, trincharemos o sujeito. Veremos, inicialmente, que, representado pelo substantivo ou pelo pronome, ele obedece a uma classificação muitíssimo interessante: simples ou composto, agente ou paciente, claro (expresso), ou oculto (subentendido, desinencial), ou indeterminado. Por fim, examinando uma anomalia que haverá de ser corrigida no futuro histórico do idioma, trataremos ainda da oração sem sujeito (sujeito inexistente na antiga nomenclatura).

Importantíssimo, porém, será entender o porquê desse estudo todo. Ora, provando que o conteúdo gramatical é sequencialmente lógico e que tudo quanto se estuda tem uma aplicação útil no futuro, o objetivo do domínio obrigatório do sujeito será sua aplicação prática e competente na compreensão da concordância verbal.

Senão, vejamos: a gramática, quando se refere à concordância verbal, é taxativa: o verbo concordará com o sujeito. Ora, por natural, por óbvio e por lógico, quem não tiver domínio absoluto do sujeito, não entenderá, logo aí à frente, esse outro conteúdo.

Bom proveito, então!

Nesta aula, continuando o estudo das funções essenciais da oração, e depois de já termos visto um deles (o sujeito), veremos o predicado. Ora, sempre que examinamos uma oração, detectamos, nela, dois segmentos: um nominal, dentro do qual está o sujeito, e outro verbal, dentro do qual se situa o verbo. Pois bem, a esse segundo segmento nós damos o nome de predicado. Entendido isso, partiremos para a classificação do predicado. Observaremos, então, que, de acordo com o tipo de verbo presente na oração, o predicado será verbal, nominal ou verbo-nominal. No predicado verbal, interessantíssimo notar, estarão os verbos significativos, isto é, os verbos intransitivos, transitivos diretos, transitivos indiretos e transitivos diretos e indiretos (excluem-se, aqui, os verbos de ligação!). Afinal, nesse tipo de predicado, o verbo será a parte mais significativa do segmento verbal. Já, no predicado nominal, em vez do verbo, a parte mais significativa do segmento verbal será o nome (adjetivo). Mas como isso é possível? Simples, simples, simples: nele, o verbo será sempre de ligação, isto é, verbo que, desprovido de significado, simplesmente cumpre a função de ligar um predicativo (adjetivo) ao sujeito (substantivo ou pronome). Por fim, veremos que poderá ocorrer uma situação híbrida em que teremos dois centros nucleares no predicado: um verbo (verbal) e um nome (nominal). Nesse caso, um verbo (significativo) virá expresso e outro (não significativo: de ligação) estará sempre oculto. Enfim, nada de bicho de sete cabeças! É só manter a calma, retomar classes gramaticais (sobretudo verbo e adjetivo) e regência (verbal e nominal) e tudo estará resolvido, aprendido e apreendido. Bom proveito!
Prossigamos na caminhada sequencial, lógica, reflexiva e simples, subindo nossa Escada, degrau a degrau, rumo ao topo. Já vimos, nas aulas anteriores, as duas funções essenciais da oração: sujeito e predicado. Nesta aula, de forma simples, reflexiva, clara, exemplificativa e didática, veremos as funções complementares (também chamadas integrantes) da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e agente da passiva. Primeiramente é bom lembrar que essas funções não são de uso opcional, isto é, elas são exigências, ora de um verbo (complementos verbais: objeto direto e objeto indireto), ora de um nome (complemento nominal), ora, ainda, de uma locução verbal apassivadora do sujeito (agente da passiva). São funções complementares, então, porque seu objetivo é completar o significado frasal. Pois bem, os verbos transitivos, desprovidos de significação completa, exigem complemento (substantivo ou pronome) a que damos o nome de complemento verbal. Quando esse complemento verbal for regido (exigido) por um verbo transitivo direto, ele virá (normalmente) sem preposição e receberá o nome de objeto direto (ver, na apostila, o objeto direto preposicionado!). Já, quando esse complemento for exigência de um verbo transitivo indireto, ele virá (obrigatoriamente) precedido de preposição e receberá o nome de objeto indireto. Logo, complementos verbais são objeto, direto ou indireto. Tais quais os verbos, vimos, na regência nominal, que os nomes também podem ser transitivos, ou intransitivos, isto é, substantivos, adjetivos e advérbios ora exigem complemento, ora não o exigem. O complemento exigido por um nome transitivo, em vez de complemento verbal (objeto direto ou indireto) será chamado simplesmente complemento nominal. Afinal, como ele vem sempre acompanhado de preposição, não há por que nomeá-lo de forma suplementar, como ocorre com os verbos. Por fim, retomando a classificação do sujeito, estudaremos o agente da passiva. Ora, o conceito de sujeito é claro: ser que pratica, ou sofre, ou pratica e sofre a ação expressa pelo verbo. Tal qual em qualquer outro raciocínio, é fácil entender que, nesse conceito, uma figura fica escondida, oculta, na penumbra. Afinal, é possível que alguém sofra, sem que outro alguém o faça sofrer? Evidentemente que não! E como se chamará esse ser que, agindo, fará com que o sujeito seja passivo? Resposta: agente da passiva, é claro! Logo, como se poderá ver neste vídeo, existem duas funções sintáticas que completam o verbo (objeto direto e objeto indireto), uma que complementa o nome (complemento nominal) e uma que, representando um ser ativo, age sobre o sujeito passivo (agente da passiva). Bom proveito!
Chegou o grande momento: fecharemos, com esta aula, a análise sintática interna! Relembrando: já vimos as funções essenciais da oração (sujeito e predicado) e as funções integrantes, ou complementares (objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e agente da passiva). Agora, seguindo a mesma trilha, veremos as demais funções. Prosseguindo, deparamos com as funções acessórias. Como o próprio nome indica, são funções de certa forma secundárias que advêm do artigo, do pronome e do numeral (determinantes do substantivo), do adjetivo (modificador do substantivo) – ADJUNTO ADNOMINAL – e do advérbio (modificador do verbo, do adjetivo e do próprio advérbio) – ADJUNTO ADVERBIAL. Bastará, pois, aplicar corretamente o aprendizado adquirido no estudo das classes gramaticais, e tudo estará positivamente resolvido. Veremos, ainda, nesta aula, as funções independentes: aposto e vocativo. De facílima identificação, elas não se prenderão nem ao segmento que abriga o sujeito, nem ao outro que abriga o verbo, isto é, com a finalidade de esclarecer (aposto) e de chamar (vocativo), ficarão alheias à estrutura nominal e verbal da oração. Por fim, fechando o conteúdo, estudaremos o predicativo. Função de difícil encaixe na classificação tradicional – essencial, integrante, acessória e independente –, mas de facílima compreensão. Afinal, ela será sempre representada pelo adjetivo. Aliás, vimos, lá na morfologia ainda, que o adjetivo ora aparece colado a seu modificado (substantivo), ora aparece separado dele. Pois bem, junto do substantivo, o adjetivo será adjunto adnominal; separado do substantivo, predicativo. Como se vê, este é um ótimo e histórico vídeo. Bom proveito!
Esta aula também é muitíssimo interessante. Conforme vem ocorrendo desde o início de meu Curso Completo do Português Lógico, a partir dela será possível ver, mais uma vez, como a Língua Portuguesa é, de fato, sequencial e lógica. Afinal, a concordância verbal não é outra coisa que não a aplicação, por completo, do estudo do sujeito. Não terá sido por nada, aliás, que o regramento do idioma pátrio foi taxativo: “O verbo concordará sempre com o sujeito”. Pois bem, o aviso está dado: acaso tenha ficado alguma dúvida no estudo do sujeito, reveja o respectivo vídeo e releia a apostila. Mas vamos lá. A partir do fato de que o verbo concordará com o sujeito, será fácil concluir isto: sujeito simples no singular exigirá verbo no singular. Tão lógico quanto essa verdade será também esta: sujeito simples no plural ou sujeito composto exigirão verbo no plural. Constatadas essas duas evidências, nunca será demais refletir sobre o comportamento do verbo diante do sujeito indeterminado e da oração sem sujeito. No primeiro caso, como foi visto, o sujeito existe, não aparece e eu não sei de quem se trata. Ora, em eu não sabendo de quem se trata, não poderei, por lógico, fazer o verbo concordar. E não concordar significa deixá-lo na terceira pessoa do singular. De igual sorte, não poderei fazer o verbo concordar com um sujeito que sequer existe. Então, quando a oração não tiver sujeito – verbos impessoais –, também terei de deixar o verbo na terceira pessoa do singular. Por fim, como previno no final do vídeo, mais do que nunca será necessário complementar o assunto com as explicações bem detalhadas da apostila, pois os casos mais simplórios – e comuns até –, tais quais os exercícios de fixação, estão lá. Bom proveito!
Nesta aula, em que deveríamos estudar a concordância dos nomes (substantivo, adjetivo e advérbio), pois a gramática tradicional nomeou-a como Concordância Nominal, na verdade estudaremos a concordância das classes gramaticais (excluindo apenas o verbo, estudado anteriormente). Nela, então, flexionaremos o substantivo, o artigo, o pronome, o numeral e o adjetivo, deixando inflexionáveis o advérbio, a preposição, a conjunção e a interjeição. Como se vê, a sequencialidade da Língua Portuguesa mostra-se cada vez mais cristalinamente clara e, por isso mesmo, exige continuidade nos assuntos e retornos constantes aos conteúdos anteriormente estudados. Jogar qualquer conhecimento em “arquivos mortos” poderá representar a própria morte. Ante essas verdades, deveremos lembrar, também, que cada caso será sempre um caso, pois as classes gramaticais não são seres-defuntos, que permanecem sempre estáticos, mas organismos vivos, que se transformam, andando em todas as direções. Em minha vida profissional, recordo-me de ter, num sem-número de vezes, professorado isto a meus alunos: “Bonito é adjetivo, pois qualifica um substantivo, e, por isso mesmo, é variável em gênero e número: bonito, bonita, bonitos, bonitas”. Sim, eu já repassei a outras pessoas as mesmas asneiras que figuram, ainda hoje, em livros e que me haviam sido repassadas. Hoje, entretanto, e depois de muito filosofar, sei que bonito, por exemplo, não é adjetivo, poderá vir a sê-lo; que cantar não é verbo, poderá vir a sê-lo; que não, tanto pode ser advérbio de negação, quanto poderá vir a ser substantivo, adjetivo, interjeição, e por aí afora. Essa consciência, nova e revolucionária, mudou minha maneira de ver (e amar!) meu idioma e, sem falsa modéstia, transformou-me em um professor especial, diferençado, inovador, admirado, querido. Espero, pois, que tudo isso contribua também para o aprendizado de outras pessoas, como você, que ora se dispõe a assistir a esse vídeo, facilitando-lhes a compreensão de todos os assuntos linguísticos, mas, especialmente, auxiliando-as no domínio desta aula de Concordância das Classes Gramaticais. Cabeça aberta, muita atenção e bom proveito!
O vídeo que se segue versará sobre vozes verbais. Nele, mostraremos que, em Língua Portuguesa, temos três vozes verbais: ativa, passiva e reflexiva. Ficará claro, pela exposição didaticamente perfeita, que a expressão vozes verbais está intimamente ligada à classificação do sujeito (agente e paciente) e à regência do verbo (transitivo direto). A voz ativa, por exemplo, ocorrerá quando o sujeito for agente e o verbo for transitivo direto: O menino (sujeito agente) desafiava (verbo transitivo direto) os livros (objeto direto). Já a voz passiva ocorrerá quando o sujeito for paciente e, ao verbo transitivo direto, associar-se um verbo auxiliar: Os livros (sujeito paciente) eram desafiados (verbo auxiliar + verbo principal) pelo menino (agente da passiva). Na voz reflexiva, por último, teremos um sujeito agente e, ao mesmo tempo, paciente: O menino (sujeito agente e paciente) machucou-se (verbo transitivo direto + se). Teremos visto, então, que somente frases com verbos transitivos diretos prestam-se à passagem da voz ativa para a voz passiva, e vice-versa. Prosseguindo, clarearemos muito bem a classificação da voz passiva em analítica e sintética (ou pronominal). Na primeira, veremos, o verbo transitivo direto (usado no particípio) socorrer-se-á de um verbo auxiliar: O cãozinho foi socorrido (ser, verbo auxiliar; socorrer, verbo transitivo direto) pelo menino; na segunda, o verbo transitivo direto associar-se-á a um pronome pessoal oblíquo: O rapaz feriu-se (ferir, verbo transitivo direto; se, pronome pessoal oblíquo) com um canivete. Por fim, exemplificaremos, com riqueza incrível de detalhes, a passagem ativa-passiva, passiva-ativa. Rogaremos, então, e mais uma vez, clareza em relação aos verbos transitivos diretos, ao objeto direto, ao sujeito e ao agente da passiva. E, aqui, uma cobrançazinha: como ficou a compreensão desses conteúdos, quando estudados? Esquecer-se de que o Português é lógico e sequencial poderá tornar-se fatal. Mas essa aula, como se vê, também é ótima! Bom proveito!
Nesta aula, prosseguindo no estudo da sintaxe, em Colocação Pronominal, continuaremos, ao mesmo tempo, e também, empregando as classes gramaticais estudadas no módulo número dois. É mesmo incrível nosso idioma, não é? Planta-se e colhe-se. E se colhe exatamente aquilo que se planta. Aliás, um bom exercício de raciocínio, neste momento, seria este: como foi seu plantio, lá no segundo módulo? Acaso ele não tenha sido muito cuidadoso, retorne a ele e reestude aqueles conteúdos. No vídeo que se segue você assistirá a uma aula resumida, mas didaticamente muito esclarecedora, sobre a correta colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o(s), a(s), lhe(s), nos, vos). Você perceberá que, embora meta muito medo em todas as pessoas, esse assunto também é sequencial, e muito fácil, quando estudado na sequência lógica dos conteúdos linguísticos, isto é, depois de vistos os seus pré-requisitos. Partindo do princípio de que a posição normal dos pronomes oblíquos átonos é a enclítica, isto é, colocação desses pronomes depois do verbo (ênclise), há motivos que os atraem para o meio (mesóclise) ou para antes (próclise) da expressão verbal. Num raciocínio simplório e lógico, conclui-se: basta conhecer os casos de próclise e de mesóclise (pronomes proclíticos e mesoclíticos) e, em todos os demais, praticar a ênclise. Mas vale insistir: de nada adiantará saber, por exemplo, que um pronome relativo atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo, mas não saber identificar, nos casos concretos, os pronomes relativos. De qualquer sorte, a partir de agora, você assistirá a um ótimo vídeo e, por consequência, terá mais uma ótima aula. Bom proveito!
N Pisando o último degrau gramatical de nossa Escada do Português Lógico – fonemas, letras, sílabas, vocábulos, frases, orações, períodos e parágrafos –, estudaremos, nesta aula, a Pontuação, primeira parte. Uma pessoa menos avisada poderia até questionar: por que só agora será vista a pontuação? A resposta a lhe ser dada seria tão simples quanto à própria pergunta: porque, para compreendê-la, há que se aplicarem todos os demais conteúdos gramaticais do idioma pátrio. É por isso, aliás, que mais da metade dos erros cometidos durante a escrita de qualquer texto ocorrem justamente por desconhecimento das regras de pontuação. Pois bem, veremos, nesta primeira parte do assunto, o regramento que disciplina o emprego da vírgula, isto é, os casos em que devemos empregar esse que é o sinal mais tênue da pontuação. Bastará, para bem compreender a matéria, acompanhar atentamente a exposição de cada caso, associando-a ao respectivo exemplo que será exibido na tela. Ao final da exposição, é claro, será prudentíssimo ir à apostila e complementar as informações com mais exemplos, maior detalhamento e muitos exercícios. Afinal, quando se afirma que mais de 50% dos erros na escrita estão associados a esse assunto, já se dá a medida exata de sua importância. Será mais uma ótima aula, assista a ela várias vezes, explore bem a apostila e seja uma das pouquíssimas pessoas que não agridem o símbolo pátrio maior por desconhecimento das regras para o correto emprego da vírgula. Bom proveito!
E chegamos à última aula! Depois de subirmos sete degraus e, estacionados no oitavo, vermos o regramento para o emprego da vírgula, fecharemos, agora, os conteúdos todos, e o oitavo degrau também, com a exposição sobre o emprego de ponto e vírgula e de dois pontos. Na abordagem de ponto e vírgula, seremos extremamente didáticos e metódicos, expondo o conteúdo e exemplificando cada um dos três casos em que esse sinal deve ser empregado. Outra coisa não faremos, entretanto, na exposição das três situações em que o emprego dos dois pontos será obrigatório. Também nesse momento, as explicações, tão didáticas quanto claras e objetivas, serão ilustradas por exemplos também claros, didáticos e objetivos. Enfim, chegamos ao fim! Foi, sem dúvida, e para todos aqueles que nos acompanharam desde o início, uma longa, mas proveitosíssima, caminhada. Insistindo, desde o início, na tese de que o Português é sequencial, reflexivo, lógico, belo e fácil, fomos trilhando, degrau a degrau, nossa encantadora Escada e, num trilhar cumulativo, pavimentamos um belíssimo caminho, cuidando, a cada instante, para não iniciarmos assunto novo sem, antes, termos visto seus indispensáveis e necessários pré-requisitos. Sabemos que, dada a possibilidade inicial de aquisição do Curso Completo do Português Lógico por módulo, algumas pessoas optaram por aguardar e, aguardando, adquirir apenas o terceiro deles. Todavia, lamentamos ter de convir que essa não foi uma boa opção. Afinal, e considerada a sequencialidade implacável dos conteúdos, estudar a sintaxe, sem dominar a fonética e a morfologia, é tentativa praticamente inútil. Agora mesmo, encerrando a sequência gramatical da Língua Portuguesa, na pontuação, socorremo-nos, a todo instante, em conhecimentos anteriores, básicos e indispensáveis. Assim, e acaso não tenha ficado claro algum, dentre tantos assuntos vistos, retroceda aos módulos anteriores e, neles, construa as bases que o conduzirão a uma colheita farta, produtiva e compensadora. Bom proveito!

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